Retrospectiva 2025: janeiro consolida protagonismo feminino com posse histórica de republicanas em todo o Brasil

Janeiro Branco, avanços legislativos e ações sociais também reforçaram o início do ano

Publicado em 1/1/2026 - 08:00

O mês de janeiro de 2025 ficará marcado como um dos mais simbólicos para o Mulheres Republicanas Nacional, com a posse de 51 prefeitas, 89 vice-prefeitas e 797 vereadoras republicanas eleitas no pleito municipal de 2024. O expressivo número de mulheres que assumiram cargos eletivos em todas as regiões do país reafirmou o avanço da participação feminina na política e consolidou o resultado de um trabalho contínuo de formação, filiação e incentivo à presença das mulheres nos espaços de decisão promovido pelo movimento.

O resultado é fruto da atuação estratégica do Mulheres Republicanas, sob a liderança da secretária nacional, senadora Damares Alves (DF), que tem conduzido ações permanentes voltadas ao fortalecimento da representatividade feminina. A ampliação do número de mulheres eleitas evidencia o impacto de uma política partidária que aposta na capacitação, no apoio institucional e na valorização do protagonismo feminino.

Nas capitais e grandes centros, a presença das republicanas ganhou destaque com mulheres assumindo posições estratégicas no Executivo e no Legislativo. Em Natal (RN), Joanna Guerra tomou posse como vice-prefeita, destacando o compromisso com políticas públicas voltadas às comunidades mais vulneráveis, às pessoas atípicas e à promoção do esporte, da cultura e do turismo como vetores de desenvolvimento social e econômico.

Ainda no cenário municipal, janeiro foi marcado por conquistas históricas como a formação de uma Mesa Diretora majoritariamente feminina em Chopinzinho, no Paraná. As vereadoras republicanas Lídia Posso e Rosani Chechelski assumiram, respectivamente, a presidência e a primeira-secretaria da Câmara Municipal, simbolizando o fortalecimento da liderança feminina no poder legislativo local.  “Tomar posse como vereadora e ser eleita presidente da Câmara é uma honra que recebo com profunda gratidão e senso de dever”, disse Lídia Posso.

No Legislativo nacional, o protagonismo feminino republicano também se refletiu na atuação parlamentar. A deputada federal Maria Rosas (SP) e secretária estadual do Mulheres Republicanas São Paulo apresentou projetos voltados à proteção e aos direitos das mulheres, com foco no atendimento humanizado às vítimas de violência, na saúde feminina e na garantia de dignidade para mulheres em situação de vulnerabilidade. “Se aprovadas, essas propostas representarão um marco importante para a proteção das mulheres em diversos âmbitos, garantindo avanços significativos na promoção da saúde e nas oportunidades”, afirmou a republicana.

Outro marco institucional relevante foi a posse da deputada estadual Tia Ju (RJ) como presidente da União Nacional dos Legisladores e Legislativos Estaduais (Unale), tornando-se a quarta mulher a liderar a entidade em quase três décadas. A escolha reforça o reconhecimento da liderança feminina republicana em espaços estratégicos de articulação política nacional. “Vamos construir uma Unale moderna, eficiente e conectada às necessidades de cada região, consolidando nossa posição como uma voz forte e representativa”, elencou.

Paralelamente às posses, o Mulheres Republicanas deu início às ações da campanha Janeiro Branco, ampliando o debate sobre saúde mental e emocional. A retomada do quadro “Emoções e Política” levou orientações práticas sobre autocuidado, equilíbrio emocional e prevenção da ansiedade e da depressão, especialmente para mulheres que exercem funções públicas e lidam com altas cargas de responsabilidade.

Na área da educação, a republicana Beth Colombo assumiu, pela terceira vez, a Secretaria de Educação de Canoas (RS), reafirmando sua trajetória de compromisso com o ensino público e com políticas de inclusão. Já no campo do empreendedorismo feminino, Janaína Naumann, presidente municipal do Republicanos em Guarapuava (PR), foi reconhecida por sua atuação em defesa das mulheres empreendedoras, evidenciando o impacto do protagonismo feminino também fora dos cargos eletivos.

Por Ascom – Mulheres Republicanas Nacional

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