O idoso em sala de aula

Mensagem do secretário nacional do Idosos Republicanos, deputado federal Ossesio Silva (PE)

Publicado em 20/05/2021 - 10:12

No Brasil, a aprendizagem para idosos muitas vezes está atrelada a ideia de reparação para aqueles indivíduos que não conseguiram se alfabetizar, mas existem àqueles que decidem voltar à sala de aula para adquirir mais conhecimento, para se atualizar ou até mesmo realizar um sonho de se graduar.

Quando falamos da educação básica, temos a Lei 9.394/96 – Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB) e o parecer do CNE/CEB nº 11/2.000, que garantem aos jovens e adultos a retomada dos estudos e o pleno exercício do direito à educação primária e, ainda, consente que o idoso tenha um ensino diferenciado. No que tange ao ensino superior, a retomada aos estudos abre portas, proporciona novas oportunidades e amplia a visão profissional da pessoa idosa. Os últimos levantamentos apontam que, no Brasil, há 18,9 mil universitários com idade entre 60 e 64 anos. Na faixa etária acima dos 65, o número é de 7,8 mil pessoas. Os dados incluem instituições públicas e privadas. As informações constam no Censo de Educação Superior.

Voltar a estudar e ter acesso a educação, para esse segmento da população, tem um significado que vai muito além do aprender a ler, a escrever ou mesmo reciclar o que se aprendeu na juventude; na sua essência representa autonomia, qualidade de vida, satisfação, alegria e a promoção de um envelhecimento ativo.

Independente dos motivos que levam os idosos a retornarem às salas de aula, a aprendizagem nesta fase da vida permite novos conhecimentos e experiências, contribui para reconstrução de uma relação mais ampla com a sociedade, bem como para a construção de novos sonhos e projetos de vida. Por isso, incentivá-los a tomar tal atitude e apoia-los, coopera para a promoção de um envelhecimento ativo e saudável.

 

Mensagem do secretário nacional do Idosos Republicanos, deputado federal Ossesio Silva (PE)

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