Secretaria de Agricultura do Rio e Fiperj fazem parceria com grupo espanhol

Secretaria de Agricultura do Rio e Fiperj fazem parceria com grupo espanhol

Objetivo é desenvolver a maricultura, melhorar a economia local e beneficiar os pescadores artesanais do Estado do Rio de Janeiro

Rio de Janeiro (RJ) – O secretário de Agricultura, Pecuária, Pesca e Abastecimento do Estado do Rio de Janeiro (Seappa), Eduardo Lopes (PRB), esteve reunido nesta quinta-feira (24), em Barra de São João, com o grupo espanhol sócio da empresa Mexilhões Sudeste Brasil (MSB), ao lado do presidente da Fundação Instituto da Pesca do Estado (Fiperj), Vicenildo Medeiros, do prefeito Paulo Dames e de especialistas do setor.

O objetivo foi anunciar parcerias entre a Seappa e MSB, e a criação de projetos visando ao desenvolvimento econômico e social da região, em especial das colônias de pescadores artesanais.

De acordo com Eduardo Lopes, o grupo trará a tecnologia necessária para a produção das sementes de mexilhão e pretende não apenas colaborar para o crescimento econômico da região, como também permitir o desenvolvimento social que atenda às necessidades das colônias e associações de pescadores artesanais.

Em Casimiro de Abreu, a MSB se comprometeu junto à Seappa promover assistência aos pescadores com criação de salas de creche para a promoção de cursos de aperfeiçoamento; recuperação da área pesqueira local, que está abandonada; criação de uma fábrica de gelo e câmara frigorifica, além de um cais que viabilize a atracação de barcos sem custo ao pescador artesanal.

“Claro que a questão social será a base de nosso comprometimento em Casimiro de Abreu. Por exemplo, a esposa do pescador artesanal poderá trabalhar na empresa. Isso ajudará na renda da família. A previsão é que sejam criados, inicialmente, 500 empregos diretos e outros 1.500 indiretos. Os investimentos iniciais estão em torno de R$ 50 milhões, mas a estimativa é ultrapassar os R$ 300 milhões no projeto todo”, afirmou Eduardo Lopes.

Além dos prefeitos de Casimiro de Abreu, Paulo Dames, e de Cabo Frio, Adriano Moreno, participaram do encontro o coordenador Federal da Pesca Rio de Janeiro, Jaime Marinho, os sócios da MSB, Segundo Lagos presidentes de colônias e associações de pescadores, o sócio presidente da Mexilhões Sudeste Brasil, Segundo Lago, o diretor administrativo, José Manuel Perez Diaz, o diretor jurídico, Rafael Perez Diaz e demais especialistas, e os representantes de colônias e associações de pescadores artesanais.

Para o presidente da Fiperj, Vicenildo Medeiros, o Rio de Janeiro deve avançar muito nessa questão da maricultura. “Esta região, onde será implementada sua sede de produção de mexilhões, já produz, mas em pequena escala. A nossa parceria é para fazer com que esta indústria avance de forma significativa. O investimento é alto, mas irá trazer desenvolvimento econômico, ajudar os pescadores artesanais com laboratório para assistência técnica e qualidade do produto, enfim, é um ganho que será positivo para todo o Estado do Rio de Janeiro,” acrescentou.

O projeto de maricultura da MSB, pioneiro no país, ficará em Cabo Frio e terá investimentos em torno de R$ 500 milhões em três anos e uma produção aproximada de 17 mil toneladas, atendendo especialmente Rio de Janeiro, São Paulo e demais estados, se houver capacidade de produção para atender a demanda. A chamada Fazenda do Mexilhão, localizada em Cabo Frio com cerca de 800 hectares de extensão e concedida à Seappa pela União, deverá ser utilizada para este fim. De acordo com o grupo espanhol, a iniciativa da produção de mexilhões conta com o apoio da Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO).

“Investimos cerca de US$ 3 milhões para desenvolver o projeto, a área de Cabo Frio é rica em nutrientes e por isso possibilita a criação de moluscos, sobretudo de mexilhões. No primeiro ano, começaremos com cerca de duas mil toneladas, no segundo seis mil. Faremos produção de frescos e processados, que seguramente poderão ser exportados. Temos projetos internacionais bem-sucedidos, os mexilhões são consumidos em todo o mundo. A ideia é, em cinco anos, chegarmos a 30 mil toneladas,” explicou o sócio presidente da Mexilhões Sudeste Brasil, Segundo Lago.

A empresa irá criar ainda um selo de controle de qualidade, o “Mexilhão de Cabo Frio”, que certificará o molusco produzido, processado e elaborado na região. Dessa forma os consumidores poderão identificar a qualidade do produto. Para o prefeito de Casimiro de Abreu, o laboratório chega em um ótimo momento, principalmente porque a área, onde irá funcionar, estava abandonada e trazendo diversos prejuízos para o local. “Agora, esperamos que estas parcerias realmente tragam mais emprego, renda e desenvolvimento de nossa cidade”, concluiu o prefeito.

Texto e foto: Ascom Seappa

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