Autismo, políticas de saúde, inclusão social e proteção da infância marcaram a atuação das mulheres republicanas pelo país
Publicado em 6/1/2026 - 08:00
O mês de abril de 2025 foi marcado por uma forte mobilização do Mulheres Republicanas Nacional em torno da inclusão, da saúde da mulher, da defesa das pessoas com deficiência e da proteção da infância, com ações legislativas, mobilizações populares e avanços concretos em políticas públicas em diversas regiões do país.
As pautas relacionadas ao Transtorno do Espectro Autista (TEA) ganharam protagonismo ao longo do mês, especialmente em alusão ao Dia Mundial de Conscientização do Autismo, celebrado em 2 de abril. Em diferentes estados, republicanas reforçaram o compromisso com a inclusão, o respeito e a garantia de direitos às pessoas com TEA e suas famílias. Em São Paulo, a secretária estadual do Mulheres Republicanas, deputada federal Maria Rosas, participou de caminhada em defesa da causa do autismo, destacando a importância de políticas públicas efetivas, acolhimento e informação como instrumentos de transformação social.
No Rio de Janeiro, milhares de pessoas participaram da Caminhada pela Conscientização do Autismo, reunindo famílias, profissionais e lideranças políticas em um grande ato de sensibilização. Na capital, a vereadora republicana Gigi Castilho apresentou proposta para a criação de espaços reservados e adaptados para pacientes com TEA na rede pública de saúde, reforçando a necessidade de atendimento humanizado e adequado às especificidades desse público. “Trata-se de uma iniciativa que respeita a sensibilidade e os direitos das pessoas com autismo, promovendo dignidade e qualidade no acesso à saúde pública”, afirmou a vereadora.
No Amazonas, a deputada estadual Dra. Mayara Pinheiro apresentou projeto voltado à inclusão de adultos com TEA, ampliando o debate para além da infância e reforçando a importância de políticas públicas contínuas ao longo de toda a vida. A iniciativa dialoga com a necessidade de ampliar oportunidades, garantir autonomia e assegurar direitos às pessoas autistas na vida adulta.
Avanços legislativos importantes também marcaram o mês. Foi sancionada a lei que estabelece a oferta de terapia nutricional para pessoas com autismo, representando um passo significativo no cuidado integral à saúde desse público. A medida, de iniciativa da republicana Maria Rosas, fortalece o atendimento multidisciplinar e contribui para a melhoria da qualidade de vida das pessoas com TEA. “É uma honra fazer parte dessa vitória e ver essa pauta se transformar em política pública.Esse é meu compromisso, continuar dando voz a tantas famílias, lutando por direitos, inclusão e por uma sociedade que acolhe e respeita as diferenças”, disse Rosas.
A atuação das republicanas também se destacou na defesa da saúde da mulher. No Rio de Janeiro, por iniciativa da deputada estadual Tia Ju, tornou-se lei a criação da Caderneta da Mulher no Climatério e na Menopausa, instrumento que visa ampliar o acompanhamento, a informação e o cuidado com a saúde feminina nessa fase da vida. Ainda no campo da saúde, republicanas promoveram debates sobre endometriose, reforçando a importância do diagnóstico precoce, da prevenção e do tratamento adequado da doença. “É com muita alegria que celebramos essa conquista! Um avanço real na atenção à saúde da mulher, que enfrenta esse ciclo natural da vida, mas tantas vezes ignorado pelas políticas públicas”, afirmou Tia Ju.
Outra pauta relevante foi o fortalecimento das políticas de inclusão no mercado de trabalho. Também no Rio de Janeiro, por iniciativa da vereadora Tânia Bastos, foi instituído um programa de emprego inclusivo para pessoas com deficiência, ampliando oportunidades e promovendo autonomia e dignidade por meio do trabalho. “A aprovação deste projeto é um passo essencial para assegurar que os cariocas com deficiência tenham acesso a oportunidades de emprego dignas e apropriadas”, afirmou a parlamentar.
No Congresso Nacional, a secretária nacional do Mulheres Republicanas, senadora Damares Alves (DF), teve atuação destacada ao solicitar providências às redes sociais para reforçar a segurança de crianças e adolescentes na internet, além de defender o fortalecimento dos direitos das pessoas com deficiência por meio da construção de um Código Brasileiro de Inclusão. A parlamentar também participou de debates no Senado voltados à ampliação da atenção às doenças raras e às pessoas com deficiência, reforçando o compromisso com políticas públicas inclusivas e estruturantes.
Ainda no Rio de Janeiro, a deputada estadual Tia Ju celebrou o lançamento de duas Casas da Mulher Brasileira, ampliando a rede de proteção, acolhimento e atendimento às mulheres em situação de violência. A iniciativa representa um avanço concreto na política de enfrentamento à violência contra a mulher no estado. “Esses equipamentos salvam vidas e devolvem dignidade a quem sofreu violência. Como procuradora da Mulher na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro e presidente da Unale [União Nacional dos Legisladores e Legislativos Estaduais], sigo lutando para que cada mulher do nosso estado encontre abrigo, justiça e esperança”, afirmou Tia Ju.
Na área da saúde, a deputada federal republicana Ely Santos (SP) apresentou proposta para a criação de um Centro de Referência em Lipedema, ampliando a visibilidade da doença e defendendo atendimento especializado e políticas públicas voltadas ao diagnóstico e tratamento adequado. “O lipedema é uma doença subdiagnosticada, e muitas mulheres passam anos sofrendo sem saber que têm uma condição crônica. Com a criação do Centro de Referência, poderemos oferecer atendimento especializado e garantir que essas pacientes tenham mais qualidade de vida”, destacou a deputada.
No campo da gestão pública, o mês também foi marcado pela posse da republicana Aline Gurgel como secretária de Assistência Social do Amapá, reforçando o compromisso com políticas sociais voltadas às populações mais vulneráveis e à promoção da cidadania. “Hoje, reassumo essa missão com o mesmo compromisso de sempre, dando continuidade ao trabalho para fortalecer, ainda mais, a assistência social no nosso estado”, disse.
Por Ascom – Mulheres Republicanas Nacional




