Projeto de Delmasso garante o acompanhamento de alunos com epilepsia no DF

Projeto de Delmasso garante o acompanhamento de alunos com epilepsia no DF

Proposta visa garantir a identificação e o acompanhamento educacional das cerca de 70 mil pessoas diagnosticadas com epilepsia na capital federal

Publicado em 30/06/2018 - 00:00

Projeto de Delmasso garante o acompanhamento de alunos com epilepsia no DF
Proposta visa garantir a identificação e o acompanhamento educacional das cerca de 70 mil pessoas diagnosticadas com epilepsia na capital federal

Brasília (DF) – Aproximadamente 70 mil pessoas são diagnosticadas com epilepsia no Distrito Federal, segundo informações da Secretaria de Saúde. Muitos alunos com epilepsia aguardam para conseguir o acompanhamento adequado nas escolas, pois há escassez de profissionais.

Diante deste quadro preocupante no DF, o presidente da Frente Parlamentar em Defesa dos Direitos das Pessoas com Epilepsia, deputado Rodrigo Delmasso (PRB-DF), apresentou projeto de lei que estabelece diretrizes para a política pública distrital de identificação e acompanhamento educacional dos alunos com epilepsia nas escolas do DF.

O objetivo da proposta, segundo Delmasso, é estabelecer meios de identificação de alunos com epilepsia em sala de aula, para posteriormente, promover um atendimento educacional inclusivo.

Segundo o parlamentar, as políticas de identificação e acompanhamento escolar de alunos com epilepsia podem fornecer um melhor amparo e cuidado, elevando as chances e oportunidades de crescimento acadêmico, profissional e social, além de viabilizar o combate ao preconceito. “Em muitos casos o processo de identificação e diagnóstico da epilepsia favorece atitudes de exclusão e geralmente restringem a participação destas crianças em escolas regulares”, afirmou Delmasso.

A política distrital de identificação e acompanhamento dos alunos com epilepsia adotará as seguintes medidas: adoção de uma atitude receptiva e acolhedora no atendimento, o desenvolvimento de ações voltadas à preservação da imagem e da identidade do aluno. 

Ainda segundo a proposta, será priorizado o processo de capacitação de toda a comunidade escolar para identificação dos tipos de epilepsia, promoção de mecanismos de acompanhamento educacional adequado e ações que combatam o preconceito na escola. Os instrumentos serão diversos e incluem oficinas temáticas, rodas de conversa, seminários e palestras, além de parceria com o poder público.

Texto e foto: Ascom – deputado distrital Rodrigo Delmasso
Edição: Agência PRB Nacional

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