Ireuda Silva apoia ampliação do projeto “Parada Segura” em Salvador

Ireuda Silva apoia ampliação do projeto “Parada Segura” em Salvador

Iniciativa obriga motoristas de ônibus a pararem para mulheres fora do ponto após as 21h, dando a elas a escolha do local que acreditam ser mais seguro para embarque e desembarque

Salvador (BA) – A presidente da Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher da Câmara de Salvador, vereadora Ireuda Silva (Republicanos), se reuniu com o colegiado para discutir demanda do Ministério Público da Bahia (MP-BA), que pediu aos vereadores que ajudem a efetivação do projeto lei “Parada Segura”, aprovado em várias cidades do Brasil.

A norma obriga motoristas de ônibus a pararem para mulheres fora do ponto após as 21h, dando a elas a escolha do local que acreditam ser mais seguro para embarque e desembarque, desde que o coletivo não saia do trajeto normal.

O MP pede que a Secretaria Municipal de Mobilidade (Semob), além de aderir ao projeto, faça campanhas educativas orientando os motoristas. Além disso, devem ser fixados adesivos no espaço interno dos ônibus informando o número e o conteúdo da lei. O órgão sugere ainda a elaboração de cartilhas educativas para a população. Para Ireuda, a solicitação é legítima e importante, e foi abraçada pela comissão, que luta por mais políticas públicas eficazes no combate à violência contra a mulher.

“O enfrentamento à violência contra a mulher, incluindo a violência sexual, não pode medir esforços, e deve recorrer a todos os mecanismos que estiverem ao alcance. Enfrentar esse flagelo genocida é uma tarefa obrigatória, que deve envolver todos, tanto o poder público como a sociedade em geral. Nós da comissão temos consciência do papel que desempenhamos e desse compromisso que assumimos”, afirma Ireuda.

Violência em números

Todos os dias, pelo menos 32 mulheres prestam queixas de agressão em Salvador. Apenas nos três primeiros meses de 2019, foram mais de 3 mil casos registrados, dos quais cerca de 90% são cometidos pelo namorado, companheiro, ex-namorado ou ex-companheiro. “Precisamos ter em mente que o número real deve ser muito maior, já que, infelizmente, grande parte das mulheres ainda não denuncia seus agressores. Umas das consequências desse mal é o medo, que leva as vítimas a silenciarem mesmo quando suas vidas estão em jogo”, acrescenta Ireuda.

Texto e foto: Ascom – vereadora Ireuda Silva
Edição: Agência Republicana de Comunicação (Arco)

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