Mulheres Republicanas retoma campanha “Do Luto à Luta”

Mulheres Republicanas retoma campanha "Do Luto à Luta"

Campanha “Do Luto à Luta” é em contribuição aos 16 Dias de Ativismo Pelo Fim da Violência contra as Mulheres, que tem o apoio da ONU

Brasília (DF) – O Mulheres Republicanas retomou, na segunda-feira (25), a campanha “Do Luto à Luta”. A ação, desta vez, é em contribuição aos 16 Dias de Ativismo Pelo Fim da Violência contra as Mulheres, uma campanha mundial que recebe apoio da Organização das Nações Unidas (ONU).

Rosangela Gomes, secretária nacional do Mulheres Republicanas, declarou que não há motivo para que o movimento não esteja inserido na causa. “Garantir o direito das mulheres, lutar por nossos objetivos é a bandeira principal da nossa militância e também da agremiação do Republicanos. Logo, defender o fim da violência ao nosso gênero é primordial, uma vez que os números de violência doméstica e feminicídio, não param de crescer e assustam cada vez mais”, disse a republicana.

A campanha foi lançada em agosto deste ano na comemoração aos 13 anos da Lei Maria da Penha e ao Agosto Lilás. Na ocasião, as republicanas promoveram palestras, blitz nas ruas, mutirão e caminhadas com o objetivo de tratar sobre o assunto. Um dos estados que vestiu a camisa da campanha foi o Rio Grande do Sul, que na oportunidade realizou ações em mais de 20 municípios. “Decidimos parar e chamar a atenção do nosso estado para a situação catastrófica que é a violência contra a mulher. Cada região ficou à vontade de se mobilizar do jeito que fosse mais adequado. O importante era passar a informação e conscientizar pessoas. Nós mulheres que estamos na política, temos a missão de inserir mais mulheres ao cenário, massificar essa questão da não violência e realizar ainda mais ações sobre a causa,com o objetivo de que possamos ajudar a sociedade”, declarou a secretária estadual do movimento, Beth Colombo.

No Distrito Federal, as republicanas promoveram ações na rodoviária do Plano Piloto para chamar a atenção das centenas de pessoas que passavam pelo local. A secretária do movimento, Tânia Teixeira, já declarou que os preparativos para o novo período da campanha já estão sendo ajustados. “Teremos aqui em Brasília uma palestra de reflexão sobre a campanha e também um sarau cultural que tratará de falar não somente da violência às mulheres no geral, mas em específico da questão da violência às mulheres negras que são as mais vitimizadas”, afirmou a republicana. Tânia ressaltou, ainda, que levará para a ação vídeos e depoimentos de mulheres que passaram por situações de violência. “Será uma ação diferente que agregará muito valor. O Mulheres Republicanas do DF tem muitas novidades pela frente e com certeza serão bem implementadas”, concluiu.

A campanha tem início em uma data muito especial, 25 de novembro, quando é celebrado o Dia Internacional da Não-Violência Contra as Mulheres. O término ocorrerá no dia 10 de dezembro, quando comemora-se o Dia Internacional dos Direitos Humanos.

“O relógio da violência não para. A cada dois segundos no Brasil, uma mulher é vítima de violência. Então, precisamos falar mais sobre isso e desenvolver ainda mais políticas públicas sobre o assunto. A nossa militância já está montando a programação para que nos próximos dias, a nossa linguagem seja única: Do Luto à Luta – Diga não à mulher contra a mulher”, finalizou Rosangela Gomes.

16 Dias de Ativismo pelo Fim da Violência contra as Mulheres

O projeto dos 16 dias de ativismo, teve início em 1991, por meio de encontro do Women’s Global Leadership Institute e logo recebeu o apoio da ONU, o que permitiu torná-la uma campanha mundial. No Brasil, ela é realizada desde 2003, mas tem o seu total de 21 dias, pois inicia-se em 20 de novembro, com o Dia Nacional da Consciência Negra, estendendo-se até o 10 de dezembro. O objetivo, é sensibilizar, galvanizar o ativismo e compartilhar conhecimento e inovação no que se refere a prevenir e eliminar a violência contra mulheres e meninas em todo o mundo. Governos, sociedade civil, escolas, universidades, empresas, associações esportivas e as pessoas individualmente manifestam solidariedade às vítimas, às ativistas, aos movimentos de mulheres e às defensoras dos direitos humanos das mulheres para pôr fim à violência contra mulheres e meninas.

Texto: Carolina Ribeiro / Ascom – Mulheres Republicanas
Foto: Mulheres Republicanas do Rio Grande do Sul e Distrito Federal

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