Deputado Estadual Divino (PRB-PA)

Deputado Estadual Divino (PRB-PA)

Desde seu primeiro mandato como vereador na cidade de Ananindeua, em 2000, Divino tem focado suas ações na melhoria de necessidades básicas da população, em áreas como a saúde, educação, infraestrutura e ações sociais.  Por isso, foi crucial para a aprovação de projetos de alta relevância social, a exemplo o Centro de Prevenção ao Vírus HIV, o Restaurante Popular, o Empreendedor Popular, a Zoonoses, Centro de Atendimento ao Cidadão e a Feira Rural. Vice-presidente do PRB no estado do Pará, ele considera que o partido é o lugar certo para continuar sua luta por um Brasil mais justo, dedicando-se então a tornar a sigla cada vez mais forte no estado.  Para isso, não se rende em frente a dificuldades, mesmo que elas sejam tão grandes como o Pará.

1 –  Como o senhor avalia o resultado das eleições para o PRB em seu estado?

Deputado Divino – Excelente! A nossa meta, conforme estabelecida com o presidente nacional do PRB, Marcos Pereira, foi de avançar 20% no número de eleitos, que foi superada. Sabíamos que o PRB era um partido novo, com poucas referências no imaginário político paraense, mas que está em constante e consolidado crescimento. No nosso estado, somos integrantes do governo estadual, onde gerimos a Companhia de Desenvolvimento Industrial, que está realizando um grande trabalho, ganhando o reconhecimento da população. Isso ajuda a mostrar que o partido tem quadros e tem capacidade administrativa.

2 – Quais sãos as principais dificuldades de fazer política em uma estado com as dimensões do Pará?

Deputado Divino – Logísticas! Fazer política no Pará é diferente de quase todo o Brasil. Para se ter uma ideia, o maior município do mundo está no Pará, Altamira. Imagine concorrer a prefeito em uma cidade na qual uma das localidades, chamada Castelo dos Sonhos, está situada a mil quilômetros da sede do município. Pense na rotina de um vereador nesse município! Tem países no mundo que não têm essa distância em seus territórios. Você faz uma campanha no estado do Rio em menos de seis horas, sem tráfego, você cruza todo ele. Isso é impensável no Pará. Você não consegue, no prazo da campanha, sem estrutura como aviões, percorrer em três, quatro meses todos os municípios e localidades. Para sair de Belém até Santarém, para ficar entre a capital e outro importante centro urbano, você demora dois dias e meio de barco. Então, nós temos grandes dificuldades logísticas, mais uma demonstração de como nosso resultado foi excelente. Com muito esforço conseguimos estar presentes com diretórios em 120 dos 144 municípios paraenses.

3 – Quais as perspectivas com relação às próximas eleições, em 2014?

Deputado Divino – Nesse primeiro momento, não pensamos em um candidato próprio ao governo. Em 2010, nós não coligamos. O coeficiente para eleger deputados estaduais foi de 70 mil votos, nós conseguimos 130 mil votos. Por pouco não elegemos dois deputados. Nós, agora, estamos fazendo uma chapa com o objetivo de eleger três deputados estaduais e um federal. Essa é a nossa meta hoje. Mas, evidentemente que com novas filiações, e o PRB está aberto a entrada de novos colaboradores, que possam trazer suas competências administrativa e políticas, é possível que nossas metas venham a ser ampliadas no futuro, até com uma candidatura própria. Mas hoje, isso não é nosso propósito. Hoje estamos arregimentando, trazendo pessoas dispostas a trabalhar pela sociedade e pelo crescimento do estado. Tenho certeza que teremos excelentes resultados em 2014, mas não creio que seja o momento da candidatura própria ao governo. Não teremos candidatos por ter. Esse não é o perfil do PRB. A cada eleição, galgamos um novo degrau, sempre caminhando com segurança.

4 – E suas perspectivas pessoais?

Deputado Divino – Hoje nosso pensamento é concorrer à reeleição. Sou presidente da Comissão de Combate às Drogas da Assembleia Legislativa, onde realizamos oito audiências públicas sobre o tema. Inclusive estou em Brasília (NR: A entrevista foi feita na quinta-feira 06 de dezembro) para estabelecer formas de reforçar a parceria com o governo federal no combate às drogas, de forma que minha visão hoje é que ainda há muito a ser feito nesse segmento e em outros, onde a participação na assembleia local é demandada. De forma que minha ambição hoje é trabalhar pela reeleição, dar prosseguimento a essa atuação e contribuir para o crescimento do PRB no Pará.

5 – Aproveitando que o senhor citou seu trabalho nessa área, como está o problema das drogas no Pará?

Deputado Divino – Muito preocupante e espalhado por todo o estado. Claro que na área metropolitana de Belém o problema é maior, até porque há mais concentração de pessoas. Mas o problema aparece em todo o estado. O que mais observo é que há uma falta de apoio às casas de recuperação, aos centros de tratamento. Nós buscamos essa parceria hoje, tentando parcerias com os governos estadual e federal de forma que essas esferas de poder olhem para essas casas de recuperação como vitais. Sem elas não há como sequer dar início a um enfrentamento eficaz do problema. Na rede pública do estado do Pará há apenas 20 leitos para tratar o dependente químico. Chega a ser absurdo. E nós temos várias casas de recuperação que podem ajudar a reverter esse quadro, mas que demandam apoio do governo. Então nossa batalha principal hoje é buscar essas parcerias para aumentar o número de leitos disponíveis.  Temos estudos mostrando que com essa integração podemos ampliar, em curto período, nossa capacidade para 300 a 400 leitos.

6 – Por que o senhor escolheu o PRB para sua carreira política?

Deputado Divino – Em primeiro lugar, por ser um partido 10, construído sob a figura do saudoso José Alencar, que edificou uma carreira política fundamentada na ética. Que não se amedrontou de sair de um partido que já existia para ajudar a construir uma nova legenda que estivesse fundamentada em seus ideais. Enquanto muitos vão para um grupo já formado para usar a força de um partido já consolidado, ele deu sua força para ajudar a construir um partido. Além disso, o PRB me atrai muito pela seriedade de quem participa dele. De quem está à frente do partido. A começar pelo presidente Marcos Pereira, pelos presidentes estaduais. Então temos mais que um partido, temos uma família, unida pelo sonho de um Brasil mais justo, mais solidário e de oportunidades para todos os seus filhos. Em resumo, um Brasil 10 como o PRB

Por Paulo Gusmão – especialmente para a Comunicação Nacional do PRB
Foto: Douglas Gomes

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