Agentes multiplicadores participam de curso para atuarem no projeto Namoro Sem Violência

“Este curso busca unificar conhecimentos de todas as equipes apoiadoras do projeto”, destaca Aline Gurgel (PRB), secretária de Política para as Mulheres

Publicado em 05/07/2017 - 00:00

Agentes multiplicadores participam de curso para atuarem no projeto Namoro Sem Violência
A primeira turma do curso é formada por voluntários entre servidores do estado, membros da rede de atendimento à mulher, professores e integrantes de movimentos sociais

Macapá (AP) – Cerca de 100 pessoas já estão capacitadas para atuarem como disseminadores do projeto Namoro Sem Violência, promovido pela Secretaria Extraordinária de Políticas para as Mulheres do Amapá, sob o comando da republicana Aline Gurgel (PRB), com foco nas relações abusivas nas fases iniciais dos relacionamentos. A primeira turma do curso é formada por voluntários entre servidores do estado, membros da rede de atendimento à mulher, professores e integrantes de movimentos sociais, e a aula aconteceu na manhã de segunda-feira (3), com carga horária de 8h.

O curso tem o objetivo de preparar esses agentes para atuar nas escolas estaduais e privadas na promoção de atividades como palestras educativas, dinâmicas em grupo, vídeos de conscientização e sensibilização, aplicação de questionários de pesquisas, concurso de redação, rodas de conversa e a criação de um manifesto em vídeo com todos os jovens participantes.

Segundo a responsável pelo projeto e titular da pasta, Aline Gurgel, o curso é de extrema importância para que essa iniciativa possa ser levada a toda a rede estadual de ensino muito em breve. “Este curso busca unificar conhecimentos de todas as equipes apoiadoras do projeto”, informou a republicana.

O planejamento é de que cerca de 400 escolas devam integrar as ações do Namoro Sem Violência. “Este encontro teve como principal objetivo orientar os representantes de cada apoiador sobre a organização e como o projeto será implantado de fato nas escolas”, informou a palestrante Patrícia Palheta, coordenadora do Centro de Atendimento à Mulher e à Família (Camuf).

A pedagoga Rilene Mascarenhas, uma das palestrantes, disse que é importante multiplicar conhecimento. “A violência está em todo o contexto, porém temos que inserir conhecimentos para que esse ciclo”, pontuou.

Texto: Alyne Kaiser / Ascom – secretária Aline Gurgel
Foto 1: Celiane Freitas
Foto 2: André Rodrigues

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