Atendimento a mulheres vítimas de violência em Salvador cresce 75% em 2019

O atendimento é ofertado pela Prefeitura de Salvador, por meio da Secretaria de Políticas para Mulheres, Infância e Juventude, comandada pela republicana Rogéria Santos (PRB)

Publicado em 18/05/2019 - 00:00

Salvador (BA) – Nos primeiros quatro meses de 2019 foram registrados um aumento de 75% no número de mulheres acolhidas pelo Centro de Atendimento à Mulher Soteropolitana Irmã Dulce, disponibilizado pela Prefeitura de Salvador, por meio da Secretaria de Políticas para Mulheres, Infância e Juventude (SPMJ). Esse número também avança quanto aos atendimentos prestados pelo Centro de Referência de Atenção à Mulher Loreta Valadares, que registrou 49,8% a mais comparados ao mesmo período do ano passado.

Com capacidade para atender até 30 pessoas, entre mulheres e seus filhos menores de 12 anos, no período de até 15 dias, o Centro de Atendimento à Mulher Soteropolitana Irmã Dulce, localizado na Rua Lélis Piedade, na Ribeira, possui recepção, quatro salas de atendimento, quatro sanitários, três quartos, brinquedoteca, biblioteca, sala para grupo terapêutico, sala de TV, copa, cozinha, área de serviço, administrativo, dois almoxarifados, salão para oficinas, espaço para ginástica, parque infantil e horta.

“Esse é o resultado de um trabalho em conjunto para garantir a defesa dessas mulheres, inclusive, a divulgação da imprensa soteropolitana tem sido um agente fundamental para elas se sentirem mais seguras e procurarem ajuda”, salienta a secretária Rogéria Santos (PRB).

Uma série de ações e projetos também estão sendo implantados com o objetivo de conscientizar sobre comportamentos violentos, tidos como normal culturalmente, a exemplo dos projetos “Diálogos com o Espelho”, “Juntas e Misturadas” e “Caravana da Mulher”. Além de cursos oferecidos em parceria com o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai).

Os dois espaços também contam com uma equipe composta por diversos profissionais, entre psicólogas, assistentes sociais, psicopedagoga, advogada e guardas civis. Prestando acolhimento, orientação, encaminhamento jurídico, atendimento psicológico e assistência social à população feminina. Além de atividades e palestras com foco no resgate da autoestima feminina e workshops práticos de incentivo a independência financeira e garantia de renda.

Texto e foto: Ascom – Secretaria de Políticas para Mulheres, Infância e Juventude

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