TPM: a dificuldade transformada em impulso

Sandra Motta é mais uma no time de republicanas que venceu o câncer de mama

Publicado em 27/10/2020 - 08:44

Recife (PE) – A republicana Sandra Motta nunca desconfiou que poderia ter câncer de mama, mas foi em uma conversa informal que se queixou de um caroço no seio. A amiga, felizmente, é enfermeira do Hospital de Câncer de Pernambuco e ela convidou imediatamente Sandra a fazer uma mamografia. 15 dias após o exame, veio o diagnóstico: câncer de mama. Ela conta que foi por meio da doença que entendeu a sua missão.

“Não é fácil conseguir diagnóstico e tratamento, presenciei muitas mulheres em busca de tratamento, em busca de realizar exames e sem conseguir, pois a demanda é muito grande, a falta de recursos também. Para conseguir as medicações, muitas vezes é necessário entrar na justiça, quando consegue, muitas vezes já não faz tanto efeito, porque demorou demais, e vem as metástases e óbitos. Apesar de tudo isso, nunca baixei a cabeça, nunca deixei de sorrir, porque o câncer veio pra mim não para a morte, mas para salvar vidas”, explicou.

Como forma de conscientizar outras mulheres, Sandra explica que é necessário ter a consciência da importância desses exames. Ela conta ainda que hospitais de tratamento do câncer são cheios de histórias de superação que inspiram e fazem as pessoas darem valor à vida. “Se você não ama, você não sabe o valor que é estar viva! Não fazer exames não te faz imune ao câncer de mama. Peço a você que, se você não sabe qual a sua missão nessa vida, visite as pacientes de um hospital de tratamento do câncer, escute as histórias que elas têm a contar, porque com certeza você vai receber lições lindas de superação e vida”, contou.

Sandra transformou o sofrimento em impulso. Ela sabe que o câncer tem cura, ela é a prova viva disso, que viver é muito bom e que salvar vidas é divino. Por isso, ela resolveu se candidatar à vereança pelo município de Recife (PE). Esses dias de campanha não têm sido fáceis para ela por causa de uma série de tratamentos e cuidados que ainda são levados em consideração, mas ela acredita que as suas causas e bandeira são muito maiores do que qualquer dificuldade que ela tenha hoje em dia.

“A minha bandeira atende pacientes oncológicos e guarda o direito dessas pessoas. Hoje existem exames que de fato previnem o câncer e esses exames são previstos em Lei. Mas toda essa legislação está morta, pois depende dos Estados e municípios para que se faça cumprir e é esse o trabalho que quero desenvolver. Tudo isso envolve a isenção de impostos municipais para portadores de neoplasia, requalificação profissional para pacientes que terminaram o tratamento. Enfim, temos muitos direitos, mas não temos nenhum representante que se faça cumprir”, concluiu.

Texto: Gabbriela Veras / Ascom – Mulheres Republicanas Nacional
Foto: Arquivo pessoal

 

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