Rosangela Gomes recebe parceira do Mulheres Republicanas em Brasília

Glória Helena é ex-juíza e prioriza a autonomia e equidade feminina

Publicado em 31/01/2021 - 13:00

Brasília (DF) – A deputada federal Rosangela Gomes (Republicanos-RJ) recebeu, na sexta-feira (29), na sede do Republicanos – em Brasília, a ex-juíza Glória Helena. A parlamentar apresentou o Mulheres Republicanas para ela e falou mais sobre o trabalho do grupo, que visa fortalecer mulheres com o intuito delas participarem mais ativamente da vida pública e política. Ideais esses que se igualam aos pensamentos de Glória Helena.

Na conversa, a deputada falou da importância do servir político. “O servir deve ser a essência da política. Trabalhamos no combate à politicagem. A política, em sua essência, é a servidão. E é isso que precisamos resgatar cada vez mais. Eu não faço Leis sem ouvir demandas de um grupo da sociedade ou de algumas pessoas. Temos que fazer de acordo com a demanda e necessidade. Prezando pelo trabalho futuro que queremos prestar para aquele público”, defendeu.

A ex-juíza compartilhou da alegria de poder conversar com a deputada Rosangela e se inspirar no trabalho da parlamentar. “Não só pela história de vida que ela realmente tem, mas como alguém que é pró-ativa na defesa da cidadania. A gente tem que seguir o exemplo dessa mulher enquanto alguém que faz a diferença na nossa nação de um modo geral. Estou bem feliz de ter a oportunidade de conhecê-la de perto e de me inspirar, enquanto sou essa mulher que deseja também fazer a diferença”, disse.

Glória Helena atuou como juíza de 1996 até 2020, quando pediu exoneração para se dedicar à política. Ela passou por diversos juizados e, desde 2015, era titular da 2ª Vara da Infância, da Juventude e do Idoso no Rio de Janeiro. Ela defende a autonomia da mulher, especialmente, no quesito da violência. O objetivo dela sempre foi incentivar mulheres, incluir idosos, crianças, pessoas com deficiência e os demais vulneráveis em seu plano de segurança.

Ela fala que a política a atraiu, pois é onde ela pode fazer a diferença na vida das pessoas. “O objetivo é fazer um trabalho de prevenção que muda gerações. A área da política é muito mais rica porque você pode desenvolver um trabalho que você vai impactar mais. Digamos que o Judiciário é o CTI e a política é a emergência, nem tudo que chega na emergência, chega no CTI. É melhor trabalhar na base, transformando realidades do que tentar fazer algo quando a casa já está caída”, defendeu.

Texto: Gabbriela Veras | Ascom Mulheres Republicanas Nacional
Foto: Gisele Rocha | Ascom Mulheres Republicanas Nacional

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