Cristina de Souza viabiliza projeto de amparo às vítimas de violência doméstica

O Projeto Resgate visa ajudar mulheres e orientar homens sobre a inteligência emocional

Publicado em 09/10/2020 - 13:29

São José (SC) – No último fim de semana, a vereadora Cristina de Souza (Republicanos) participou do lançamento do Projeto Resgate. O gabinete da republicana criou uma verdadeira força-tarefa ao saber, através da Polícia Militar, que muitas mulheres vítimas de violência doméstica precisavam de auxílio jurídico e psicológico. Além disso, a iniciativa visa orientar homens para que eles tenham inteligência emocional.

A vereadora explicou como foi o processo do desenvolvimento do projeto: “Em uma conversa informal, a Polícia Militar expôs a situação recorrente, que era o fato de mulheres vítimas buscarem mais ajuda. Rapidamente conectei as pessoas que achei que poderiam contribuir para esta parceria! Juntos com a polícia e especialistas da Faculdade Anhanguera vamos poder garantir essas demandas”, disse.

O Comandante da Polícia Militar de Santa Catarina, André Serafim, disse que a corporação elaborou o projeto juntamente com a vereadora se baseando em estatísticas. “Através de uma análise, nós verificamos que infelizmente dentre os crimes cometidos no nosso estado o maior é furto e em seguida é o de violência à mulher. Então essa rede veio para a gente focar a atividade policial na prevenção dessa violência. E ficamos muito honrados em participar de mais essa parceria”, explicou.

Por meio da Faculdade serão oferecidos atendimentos de Direito e Psicologia, isso inclui também as rodas de conversa para homens. O intuito de acordo com a republicana é tratar a raiz do problema para que esses casos diminuam sempre na região. Atualmente os atendimentos já estão acontecendo e são encaminhados pela Rede Catarina da Polícia Militar.

A vereadora Cristina de Souza, acredita que com ações como essas, “certamente poderemos contribuir muito para minimizar o sofrimento das mulheres e ajudar também aos homens para que cessem o ciclo de violência através das terapias em grupo. Se posicionar no lugar do outro é sempre a melhor forma de sabermos o que precisam”, finalizou.

Texto: Gabbriela Veras | Ascom Mulheres Republicanas Nacional
Foto: reprodução

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