Cris Vitorino desenvolve cartilha para combate à violência doméstica

Procuradora da Mulher de Franca, a republicana visa diminuir os crimes contra as mulheres

Publicado em 10/08/2020 - 08:20

Franca (SP) – Na última quinta (6), um dia antes do aniversário de 14 anos da Lei Maria da Penha, a vereadora de Franca e presidente da Procuradoria da Mulher na Câmara, Cris Vitorino, recebeu os exemplares da cartilha “Mulher, vire a página” para conscientização e combate à violência contra a mulher.

A iniciativa é da procuradoria da mulher da Câmara de Franca e visa dar conhecimento à mulher vítima de violência orientando-a a reconhecer a violência em suas diversas formas. Além disso, o material contém os diversos dispositivos de denúncia que podem ser procurados quando necessário.

Segundo a vereadora, quem desejar ter uma edição da cartilha pode fazer a retirada na Casa, no Centro de Referência à Mulher (Cram), na Ronda da Patrulha Maria da Penha, na OAB de Franca e nos Centro de Referência de Assistência Social (Cras).

“Vamos continuar trabalhando por essas mulheres. Quero agradecer a todos os promotores envolvidos e parabenizar pelo belíssimo trabalho que fizeram. Trabalhar pelos direitos das mulheres é um trabalho de restauração de trazer novamente esperança e informação. Quando unimos pessoas é para criar conexões e daí surgir políticas públicas para ajudar a nossa população de franca”, ressaltou Vitorino.

Mais combate aos crimes

A vereadora teve também seu projeto de lei 39/2020 – Lei Carolina Dieckmann, aprovado na Câmara. O PL é mais uma restrição a quem que almeja ocupar cargos comissionados em âmbito Legislativo e Executivo, trazendo um amparo legal da Lei Carolina Dieckmann (Lei Federal nº 12.737, de 30 de novembro de 2012, que dispõe sobre a tipificação criminal de delitos informáticos). A lei leva o nome da atriz Carolina Dieckmann que teve fotos íntimas acessadas e que foram objetos de extorsão para não virem a público.

O intuito é impedir que pessoas que invadiram celulares, e-mails e cometeram crimes cibernéticos não ocupem cargos de confiança, bem como já acontece com aqueles condenados com base na Lei Maria da Penha.

Texto: Gisele Rocha | Ascom – Mulheres Republicanas Nacional
Foto: reprodução

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