Sancionado projeto que prevê programa contra depressão pós-parto em BH

Sancionado projeto que prevê programa contra depressão pós-parto em Belo Horizonte

De autoria da vereadora Marilda Portela, medida defende a criação de políticas de diagnóstico e tratamento da depressão pós-parto na rede municipal de saúde 

Publicado em 25/12/2017 - 00:00

Sancionado projeto que prevê programa contra depressão pós-parto em BH
De autoria da vereadora Marilda Portela, medida defende a criação de políticas de diagnóstico e tratamento da depressão pós-parto na rede municipal de saúde 

Belo Horizonte (MG) – O Poder Executivo de Belo Horizonte sancionou, na última semana, projeto de lei da vereadora Marilda Portela (PRB) que prevê a criação de um programa contínuo de diagnóstico e tratamento da depressão pós-parto, na rede pública municipal de saúde.

De acordo com a proposta da republicana, tristeza, apatia, falta de interesse pelo bebê, irritação, insônia e medo são alguns dos sentimentos conflituosos experimentados por muitas mães logo após o parto. Muito além das variações de humor ocasionadas por alterações hormonais, segundo o texto, algumas mulheres vivem esses sintomas com grande intensidade, dando origem à depressão pós-parto.

“Esse programa auxiliará milhares de famílias em nossa cidade, pois de cada quatro gestantes, uma sofre com a doença. Fico satisfeita em fazer parte da criação de políticas públicas que beneficiem as mulheres, fiscalizando e legislando em prol de tempos melhores para Belo Horizonte”, comemorou Marilda.

De acordo com o texto, o programa de ação contínua na rede pública municipal de saúde deve garantir atendimento a todas as gestantes, tanto aquelas que realizarem os partos nas unidades de saúde, quanto às que fizerem o procedimento em suas casas.

O projeto entende por depressão “a doença que tem como característica afetar o estado de humor da pessoa, deixando-a com um predomínio anormal de tristeza”, já a depressão pós-parto seria a manifestação clínica similar à anterior, qualificada pela apresentação dos sintomas iniciais nos primeiros seis meses após o parto.

Ainda segundo a proposta, que agora é lei, se não for tratada, a depressão pode durar vários meses e os sintomas podem incluir insônia, perda de apetite, irritabilidade intensa e dificuldade de criar um vínculo com o bebê. O tratamento pode ser feito com terapia, antidepressivos ou reposição hormonal.

Texto: Agência PRB Nacional
Foto: Cedida

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