Deputado estadual Gabriel Picanço define prioridades para seu terceiro mandato

Republicano vai focar em três assuntos que, segundo ele, travam o desenvolvimento do Estado: a segurança energética, titulação das terras e Zoneamento Econômico Ecológico

Publicado em 28/01/2019 - 00:00

Boa Vista (RR) – O deputado estadual Gabriel Picanço (PRB-RR) definiu que em seu terceiro mandato vai focar em três assuntos que travam o desenvolvimento do Estado: a segurança energética, titulação das terras e Zoneamento Econômico Ecológico (ZEE).

Roraima é o único estado do país não interligado ao sistema de transmissão de energia elétrica do Brasil, o Sistema Interligado Nacional (SIN), ficando na dependência do fornecimento pela Venezuela, o qual tem apresentado grande instabilidade.

Já o Zoneamento Ecológico Econômico de Roraima (ZEE) está em discussão há quase duas décadas, e é importante para viabilizar o desenvolvimento sustentável aliado à conservação ambiental. A regularização fundiária de Roraima é outra questão pendente.

“São ações que não saíram do papel. Precisamos resolver esses três problemas gravíssimos que impedem o desenvolvimento, que é concluir o Linhão de Tucuruí pela BR-174, liberar as terras de Roraima para o Estado distribuir os títulos definitivos e concluir o Zoneamento Econômico Ecológico”, disse o republicano.

Picanço ressalta ser fundamental a segurança energética, pois a energia é vetor de desenvolvimento e alavancará a indústria, a pecuária e a agricultura irrigada aliada distribuição dos mais de 20 mil títulos definitivos. “Hoje temos somente 1,7 mil hectares para a agricultura, porque 65% do Estado é demarcado com reserva, áreas institucionais, das cidades e o Exército”, disse.

Casado e pai de três filhos, Gabriel Picanço era empresário do ramo da construção civil antes de ingressar na vida pública, sendo reeleito para o terceiro mandato com 3.655 votos. De 2015 a 2018 integrou as comissões permanentes de: Educação, Desportos e Lazer; de Agricultura, Pecuária e Política Rural; e presidiu a comissão de Políticas Indigenistas.

Texto e foto: Ascom – ALE/RR

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